PM de Jaru fecha relatório da pancadaria em boate; vítimas tiveram nariz e maxilar quebrados

A Polícia Militar de Jaru concluiu no período da tarde deste domingo (3) o relatório da briga desenfreada em uma casa noturna da cidade ocorrida nesta madrugada.

A pancadaria generalizada na casa noturna de Jaru foi provocada pela ira descontrolada de um jovem de nome
W., com R. e um terceiro que não teve o nome revelado.

O saldo da pancadaria no Hospital Municipal de Jaru: um segurança da boate teve o nariz quebrado; um rapaz levou uma garrafada na face e quebrou o maxilar; uma garota levou uma cadeirada na cabeça e sofreu um corte profundo, um homem sofreu cortes na cabeça, e outra vítima do sexo masculino apanhou tanto que foi levado para o hospital público.

Por determinação da Central de Operações (190) uma guarnição de serviço foi acionada a comparecer na boate JK Acústico Bar, localizada na Avenida JK, onde estaria acontecendo uma rixa.

Chegando ao local, os policiais se depararam com um tumulto generalizado de pessoas, onde várias delas apontavam na direção do conduzido W. e dizia “foi ele”. Ao se aproximar de W. os PMs perceberam que ele estava com uma garrafa de vidro nas mãos e tentava ainda jogá-la contra algumas pessoas, foi então dado ordem para que o mesmo soltasse a garrafa e colocasse as mãos na cabeça, ordem inicialmente desobedecida pelo infrator.

Após a segunda ordem para que soltasse a garrafa o conduzido a soltou, porém se recusou a pôr as mãos na cabeça e, em ato contínuo, tentou contra a integridade física de um dos soldados, tentando tomar-lhe o bastão, momento em que o PM puxou o seu instrumento de defesa no intuito de impedir que fosse arrancado de suas mãos.

Neste momento o clima ficou tenso, pois várias pessoas cercaram a guarnição, que estava com apenas dois policiais.

Segundo a corporação, o suposto infrator ainda colocou a mão na arma de fogo tipo pistola do soldado, tentando retirá-la do coldre, sendo necessário efetuar um disparo de munição elastômero pelo comandante da guarnição, na perna do infrator, para que resguardasse a integridade de todos policiais que estavam em grande desvantagem numérica.

Uma outra vítima do sexo feminino foi socorrida ao hospital e estava com uma lesão na cabeça, que segundo ela teria sido causado por uma cadeirada, porém não soube dizer quem teria golpeado a mesma. Outra vítima da pancadaria estava com vários cortes profundos na cabeça e nos relatou que tais lesões teriam sido causadas por W. com o uso de uma garrafa quebrada, e que a todo momento o infrator dizia que iria matar.

Outra vítima relatou para a PM que não estava envolvido na briga, mesmo assim levou um golpe na face, que acabou quebrando seu maxilar, que teria sido causado por W., R. e outras pessoas.

Segundo declarações de um segurança, os três conduzidos participaram em conjunto das agressões e a todo momento golpeavam a cabeça de M. e diziam que iriam matá-lo.

Durante o atendimento médico ao conduzido W., esta guarnição recebeu várias ameaças do mesmo, onde o infrator dizia que sabia onde morávamos, bem como nossos nomes e quem eram nossos familiares e que iria se vingar matando a todos, ainda desferia palavras de baixo calão.

No momento em que o médico fazia atendimento ao infrator, este começou a se debater, sendo que o profissional pediu para que ele se acalmasse, momento em que o infrator também passou a proferir ameaças contra o médico que o atendia, dizendo que descobria onde era sua casa e o mataria. Diante dos fatos foi dado voz de prisão aos três conduzidos por tentativa de homicídio e resistência, sendo que W. também por ameaça.

 

Fonte: Correiocentral

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